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Super Fruits Slot - estabelecimentos intensificam orientações à população em relação à 3ª dose

A partir desta segunda-feira, 21, é exigido o comprovante da terceira dose da vacina contra a Covid-19 para entrada em eventos, restaurantes, bares, barracas de praia e academias

Começou a valer a partir desta segunda-feira, 21, no Ceará, a exigência de comprovação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 para entrada em eventos, restaurantes, bares, barracas de praia e academias. A medida, no entanto, passa por fiscalização educativa até o dia 3 de abril. Neste primeiro dia de exigência do comprovante, representantes de estabelecimentos informaram intensificar orientações à população em relação à terceira dose da vacina.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Taiene Righetto, a associação irá se comprometer em atuar para promover a orientação sobre a importância da D3 nos bares e restaurantes. “Nós da Abrasel vamos intensificar a orientação à população em relação ao assunto. Vamos orientar os clientes sobre a necessidade de tomar a terceira dose, pois logo mais, sem a D3, as pessoas não poderão entrar em alguns estabelecimentos”, disse.

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A presidente do Sindicato das Empresas de Condicionamento Físico do Estado do Ceará (Sindifit-CE), Juliana Sá, informa que a exigência da terceira dose já estava sendo realizada desde o anúncio da cobrança e que, atualmente, boa parte dos alunos já cadastraram o comprovante da vacina nos sistemas das academias. “Desde que iniciou a cobrança, muitos alunos já tinham entregue o comprovante com a 3ª dose”, informa.

Ainda conforme Juliana, a orientação agora é intensificar a exigência do comprovante para os alunos que ainda não realizaram o cadastro da D3. “A orientação do Sindifit foi essa, de que as academias verifiquem os comprovantes no sistema, e solicitem aos alunos que ainda não tenham comprovante da 3ª dose, que apresentem para atualização do cadastro”, reforça.

A exigência do comprovante da terceira dose vale para todas as pessoas com idade igual ou superior a 18 anos. Fortaleza tem um público, na faixa etária acima de 18 anos, representando 1.930.479 pessoas. Dessa população, 1.113.203 já tomaram a terceira dose, o que aponta para cerca de 64% da população vacinada na Capital com a D3.

Fiscalização

A superintendente da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), Laura Jucá, informa que a partir desta segunda-feira, 21, o órgão ampliará a fiscalização da terceira dose, agora nos estabelecimentos, como em restaurantes, bares, barracas de praia e academias, devido à nova medida estabelecida do decreto estadual de combate à Covid-19, que teve início nesta segunda, 21.

De acordo com a superintendente da Agefis, desde de novembro de 2021, quando começou a cobrança do comprovante vacinal em Fortaleza, o órgão realizou mais de mil fiscalizações. Deste total, mais de 163 autuações foram efetuadas. Laura ressalta que, atualmente, a fiscalização da terceira dose nos estabelecimentos está sendo feita de maneira educativa até o dia 3 de abril.

A obrigatoriedade de comprovação de esquema vacinal completo contra a doença está registrada no Diário Oficial do Estado (DOE) publicado no sábado, 19. Além do ingresso a eventos, a cobrança do passaporte sanitário abrange hóspedes de “check-in” em hotéis e pousadas cearenses e usuários, servidores e colaboradores que desejem entrar em órgãos e entidades do setor público estadual.

FORTALEZA,CE, BRASIL, 21.03.2022: Recepcionista na entrada do restaurante Garfo,verifica passaporte vacinal de clientes. Rua barão do Rio Branco, centro. Restaurantes começam a exigir comprovante da terceira dose da vacina. (Fotos: Fabio Lima/Super Fruits Slot).
FORTALEZA,CE, BRASIL, 21.03.2022: Recepcionista na entrada do restaurante Garfo,verifica passaporte vacinal de clientes. Rua barão do Rio Branco, centro. Restaurantes começam a exigir comprovante da terceira dose da vacina. (Fotos: Fabio Lima/Super Fruits Slot). (Foto: FABIO LIMA)

A exigência do comprovante de vacinação já é feita nos estabelecimentos, e alguns proprietários estão alertando seus clientes sobre a necessidade da D3. "A gente já pede a terceira dose tem um tempo, antes mesmo do decreto. Fica um funcionário na porta do estabelecimento só para pedir o comprovante. Isso serve para dar mais segurança [tomar a vacina]. Tem cliente que não se imunizou e sai com muita raiva daqui, quando é impedido de entrar", relata a proprietária da Cantina Primu's, no Centro de Fortaleza, Alexandra Oliveira, 43 anos.

FORTALEZA,CE, BRASIL, 21.03.2022: Alexandra Lima de Oliveira, gerente da Cantina Primus, Centro. Restaurantes começam a exigir comprovante da terceira dose da vacina. (Fotos: Fabio Lima/Super Fruits Slot)
FORTALEZA,CE, BRASIL, 21.03.2022: Alexandra Lima de Oliveira, gerente da Cantina Primus, Centro. Restaurantes começam a exigir comprovante da terceira dose da vacina. (Fotos: Fabio Lima/Super Fruits Slot) (Foto: FABIO LIMA)

Vacina Janssen

Para as pessoas que se vacinaram com imunizante no qual o ciclo vacinal se completa com apenas duas doses - como no caso da Janssen -, o passaporte será exigido com essa quantidade. Quanto àqueles que não completaram seu esquema vacinal por não haver decorrido quatro meses desde a aplicação da segunda dose, não será cobrada a terceira dose do imunizante no passaporte sanitário.

Ainda segundo o DOE, os estabelecimentos nos quais o ingresso é condicionado à apresentação do passaporte sanitário “estão dispensados de observar o distanciamento social e as restrições de horário de funcionamento e, em ambientes abertos, da utilização de máscaras de proteção por clientes”.

Sem máscaras em locais abertos

Outra medida registrada no DOE é a retirada da obrigatoriedade de uso de máscaras para atividades ao ar livre. A iniciativa também começa a valer a partir desta segunda-feira, 21, e é válida apenas para ambientes abertos, como praças, calçadas, parques, ruas, áreas de lazer, centros abertos de eventos, feiras e estádios de futebol.

 

Conforme o infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Julio Croda, em entrevista ao jornalista Jocélio Leal, da rádio Super Fruits Slot CBN, nesta segunda-feira, 21, a flexibilização do uso da máscara precisa ser realizada com cautela, avaliando o cenário epidemiológico.

O especialista reforça que pessoas mais vulneráveis, como idosos, imunossuprimidos e pessoas com comorbidades, mesmo vacinados, devem continuar utilizando a máscara não só para se prevenir do coronavírus, mas como outras doenças.

“Máscara não oferece risco nenhum para quem usa a máscara, ela só garante mais proteção. A gente tem que entender que pessoas mais vulneráveis continuarão sob risco porque muitas delas não tomaram uma terceira dose recentemente”, destaca o infectologista, que complementa que em locais com maior risco associado à maior transmissão da doença é prudente o uso da máscara, como escolas e transporte público.

A secretária executiva de Vigilância e Regulação em Saúde, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Ricristhi Gonçalves, também reforça a orientação para o uso de máscaras em pessoas mais vulneráveis. “Nós recomendamos para os idosos, pessoas imunossuprimidas, pessoas que estão com sintomas gripais ou pessoas que têm comorbidades. E, principalmente, as pessoas que ainda não se vacinaram”, disse.

Segundo o decreto estadual, “espaço aberto”, que desobriga o uso da máscara no Estado, abrange ambientes que não sejam cercados ou delimitados por teto e paredes, divisórias ou barreiras físicas. Além disso, é preciso ser destinado à utilização simultânea de várias pessoas. Quanto aos “espaços fechados”, esses compreendem ambientes delimitados por barreiras físicas, como teto e paredes ou divisórias, e destinados à utilização por várias pessoas simultaneamente.

Assim, continua obrigatório o uso de máscaras nesses locais, alcançando, por exemplo, transporte público, salas de aula, cinemas, shoppings, supermercados e academias. Entretanto, apesar da liberação, o uso de máscaras em eventos festivos, sociais e corporativos segue sendo obrigatório, “ficando o ingresso condicionado à exigência do passaporte sanitário”. (Colaborou Mirla Nobre)

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